1. Recém formados do Projeto Árvore da Vida
09 | 12 | 2007
ON e empresas parceiras no Árvore da Vida geram oportunidades de emprego
Empresas abrem portas do mercadoCristiana Andrade - Estado de Minas
O curso profissionalizante em áudio e vídeo faz parte do programa Árvore da Vida, iniciado há três anos pela Fiat Automóveis, que, amparada por um grupo de várias empresas parceiras, começou a atuar no Bairro Jardim Terezópolis, em Betim, localizado do outro lado da BR-381, onde está instalada a montadora. O projeto atende 1,6 mil pessoas, em vários subprojetos como a cooperativa, atividades de cultura, esportes, cinema e os cursos de alfabetização e de profissionalização. Os jovens que montam a árvore de Natal da PBH fazem parte da segunda turma de jovens com idade entre 18 a 24 anos, selecionados para o intensivo profissionalizante de quatro meses. A maioria do primeiro grupo está empregada na ON Projeções. “Tínhamos muita dificuldade em absorver mão-de-obra especializada para nosso negócio. O curso é bem completo, pois além de atender tecnicamente às necessidades da empresa e preparar os jovens para trabalhar na área, complementamos o treinamento com a formação humana, que é fundamental. O mais interessante do programa é dar oportunidade para jovens que têm grande sede de aprender”, diz o analista de Recursos Humanos da ON Projeções, Marcos Ribeiro de Oliveira.
Um curso extra que os jovens fizeram foi de rapel – técnica esportiva que usa cordas e cabos para transpor alturas muito grandes –, essencial no segmento de painéis devido à instalação do material em grandes estádios, shows e eventos de grande porte. “O rapel não é barato, algo em torno de R$ 400 por aluno, mas acabamos optando por oferecer a complementação aos jovens, para que a capacitação fosse completa. Ficamos impressionados com o comprometimento deles ao longo de todo o curso e acredito no seu potencial”, acrescenta Marcos.
Segundo a coordenadora de relacionamento da Fiat com a comunidade, Ana Luiza Veloso, o ponto mais positivo do Árvore da Vida é que, além de buscar o desenvolvimento de atividades concretas, oferece perspectiva real de encaminhamento para emprego. “O interesse não é formar desempregados, pelo contrário. É engajar os jovens desde cedo em atividades culturais e esportivas desde cedo e encaminhá-los ao curso profissionalizante e, com os parceiros, já colocá-los no disputado mercado de trabalho”, diz. (CA)

